Quando tudo acaba, Jesus é o caminho
QUANTO VALE VOCÊ?
Maria Magdalena
João 12. 1-3
Maria Marta e
Lázaro eram os melhores amigos de Jesus.
Nasceram em
Betânia, uma aldeia a 3km de Jerusalém. O subúrbio.
Os pais
faleceram.
O tio mais
velho, Simão, deveria assumi-los até que casassem, mas não o fez.
Simão era o
tio da família e o pastor de sua igreja.
Eles foram
crescendo.
Maria, linda e
bonita, mas inocente e muito ingênua.
Um dia o tio
começou a olhar mais profundamente para ela. A cumprimentá-la com mais calor.
Ele a seduziu,
como um velho lobo voraz.
Quando se deu
por conta ela ficou desesperada! Remorso, nojo de si mesma, arrependimento.
Desejou falar
com alguém, mas ele disse: Se falar, nego. Se me pegarem, eu mando matar você,
prostituta!
1- INCESTO NO
LAR
Problemas do
lar que as pessoas carregam em seu coração por toda a vida:
Violência
física sob a mãe/ sob si/ mental/sexual.
* O pai era um beberrão. Ele nasceu
vendo o pai chegar em casa alcoolizado, bater na mãe, na irmã mais velha e
nele, quebrar a casa inteira e depois dormir. Muitas vezes, ele e sua mãe
tinham que dormir do lado de fora de casa, lá com o Rex porque senão o pai
matava a mãe de tanto bater. Um dia, este menino, na quarta-série, disse à mãe:
Fique tranqüila que ele nunca mais vai relar a mão na senhor. Eu sou de menor
de idade. Vou arranjar uma arma, vou matar este monstro, não pego cadeia porque
logo eles me liberam, e aí poderemos viver felizes sem a presença deste que um
dia se chamou de meu pai.
* Uma bela garota que fazia faculdade. Ela era muito
inteligente e responsável em seu trabalho. Mas não conseguia olhar para as
pessoas. Ela não conseguia conversar com alguém olhando nos olhos. Tinha medo
dos outros. Namorava mas jamais conseguia se abrir, dizendo ao namorado quanto
o amava. Era muito infeliz. O pai era um homem tremendamente estúpido, grosso,
e dominador. Ele oprimia sua mãe e ela não aceitava mas como o amava muito
suportava a situação. A traição era constante e ele sempre chantageava a mãe e
os filhos para conseguir o que queria. Ela, sendo a mais velha, percebeu este
jogo durante toda a vida, por isto o odiava por completo e se sentia tão
inferior às outras pessoas.
2- CAIU NO
MUNDÃO
Os resultados
destes traumas profundos:
a) “Deus
poderia Ter evitado”
b) Revolta com
a igreja (tio pastor)
a)
Revolta consigo mesma (porque permiti/
porque o seduzi inconscientemente)
Geralmente as
pessoas, imaturamente, tomam as piores decisões nestes negros momentos de suas
vidas e aí se dão muito mal.
Maria decidiu
recomeçar sua vida, do zero, mas longe dali.
Todos já andavam
desconfiados de sua situação, comentavam, e ela já não tinha mais clima.
Esperou os
irmãos trabalharem, deixou um bilhete, e se foi.
Magdala –
cidade onde havia uma enorme guarnição de soldados romanos.
Tentou
arranjar um emprego, mas nada.
Não queria
voltar. Seria humilhante, e ela não agüentaria viver mais lá.
Começou a
vender seu corpo pelas ruas. Bonita, tinha muitos fregueses.
Achou que
dessa forma conseguiria pelo menos viver por algum tempo.
Ir para o
mundão não resolve, só aumenta a dor e o problema.
A mais bela flor
* O estacionamento estava deserto quando me sentei para ler
embaixo dos longos ramos de um velho carvalho. Desiludido da vida, com boas
razões para chorar, pois o mundo estava tentando me afundar. E se não fosse
razão suficiente para arruinar o dia, um garoto ofegante se chegou, cansado de
brincar. Ele parou na minha frente, cabeça pendente, e disse cheio de alegria:
- Veja o que encontrei:
Na sua mão uma flor, e que visão lamentável, pétalas caídas,
pouca água ou luz. Querendo me ver livre do garoto com sua flor, fingi pálido
sorriso e me virei. Mas ao invés de recuar ele se sentou ao meu lado, levou a
flor ao nariz e declarou com estranha surpresa:
O cheiro é ótimo, e é bonita também... Por isso a peguei;
ei-la, é sua. A flor à minha frente estava morta ou morrendo, nada de cores
vibrantes como laranja, amarelo ou vermelho, mas eu sabia que tinha que
pegá-la, ou ele jamais sairia de lá. Então me estendi para pegá-la e respondi:
- O que eu precisava.
Mas, ao invés de colocá-la na minha mão, ele a segurou no ar
sem qualquer razão. Nessa hora notei, pela primeira vez, que o garoto era cego,
que não podia ver o que tinha nas mãos. Ouvi minha voz sumir, lágrimas
despontaram ao sol enquanto lhe agradecia por escolher a melhor flor daquele
jardim.
- De nada, ele sorriu.
E então voltou a brincar, sem perceber
o impacto que teve em meu dia. Me sentei e pus-me a pensar como ele conseguiu
enxergar um homem auto-piedoso sob um velho carvalho. Como ele sabia do meu
sofrimento auto-indulgente? Talvez no seu coração ele tenha sido abençoado com
a verdadeira visão. Através dos olhos de uma criança cega, finalmente entendi
que o problema não era o mundo, e sim EU. E por todos os momentos em que eu
mesmo fui cego, agradeci por ver a beleza da vida e apreciei cada segundo que é
só meu. E então levei aquela feia flor ao meu nariz e senti a fragrância de uma
bela rosa, e sorri enquanto via aquele garoto, com outra flor em suas mãos,
prestes a mudar a vida de um insuspeito senhor de idade.
3- DEUS VEM
ATRÁS/E AINDA PERDOA.
Mas havia alguém que a conhecia e
desejava salvar-lhe.
Um dia, alvoroço no centro da
cidade. Ela também queria ver.
Chegou no meio, deu de cara. Era
seu melhor amigo, era Jesus.
Que vergonha, desejo de sumir no
bueiro.
Jesus conversou com ela e lhe deu
uma nova chance. “Saia desta, volte para casa e comece nova vida”. É o que vou fazer.
Dia seguinte procurou emprego. Uma
semana inteira. Mas quem daria emprego a uma prostituta? Que mulher permitiria
isto a seu marido?
Voltou a se prostituir.
Mas, pergunto, Jesus desistiu dela?
Ele a abandonou?
Ele expulsou 7 demônios dela.
Possivelmente passou mais algumas vezes por ali.
Verdadeiro amigo – Jesus sempre vem atrás da
gente!
* Disse um soldado ao seu tenente:
"Meu amigo não voltou do campo de batalha. Senhor,
solicito permissão para ir buscá-lo."
Respondeu o oficial:
"Permissão negada! Não quero que você arrisque sua vida
por um homem que, provavelmente, está morto!"
O soldado ignorando a proibição saiu e uma hora mais tarde
voltou mortalmente ferido, transportando o cadáver de seu amigo.
O oficial estava furioso:
"Eu não te disse que ele estava morto?!!!! Diga-me,
valia a pena ir até lá para trazer um cadáver?"
E o soldado, moribundo, respondeu:
"Claro que sim, senhor! Quando o encontrei, ele ainda
estava vivo e pôde me dizer: - Tinha certeza que virias!"
"UM
AMIGO É AQUELE QUE CHEGA QUANDO TODO O
MUNDO JÁ SE FOI"
Algum
tempo depois, Maria foi procurada para fazer um programa em Jerusalém, por
muito dinheiro. Topou.
Quando
estava no meio da festa, homem entraram em seu quarto, a arrastaram semi nua
pelas ruas e a levaram até o templo.
As
pessoas na rua a xingavam e pediam que fosse apedrejada. Ali ela percebeu
quanto tinha descido, e que a morte era o que lhe restava.
Jogada
ao chão nem sequer levanta os olhos.
Eles
a acusam. Silêncio. Todos vão embora. Ela levanta os olhos e não acredita:
Jesus.
Que
vergonha! Quantas chances me deu, e de novo. Ele não vai suportar isto.
Vai,
e não peques mais.
Ela
foi, mas ali entendeu seu problema. Todas as vezes tentava vencer seus pecados,
ficando em Magdala. O
que precisava era deixar aquele antro e seguir a Jesus, bem de perto.
Voltou
a Betânia, arrumou emprego decente, e passou a seguir a Jesus.
Nunca
o deixava. Ela sempre o escutava quando ia lá.
4- A OFERTA DE
MARIA
Ouvi-lhe
dizer que morreria. Sentia que não era um blefe. Decidiu: Dar-lhe-ei um
presente.
Foi ao centro
de Jerusalém, entrou numa perfumaria e pediu o melhor perfume. Pela aparência,
ofereceu um Avanço. “Você não entendeu, eu quero o melhor”. O mostruário vou subindo, até que ele
descidiu mostrar-lhe nardo puro.
Nardo era
trazido do ocidente (essência sublime) –custava muito caro: 300 dinheiros.
É este.
Pagarei por ele.
300 dinheiros
: 300 dias de trabalho. 1 ano e 3 meses.
Mas Jesus valia a pena.
Jesus estava
na festa de Simão. A pessoa semi deitava na cadeira de honra.
Ela entrou,
quebrou o frasco e o ungiu.
Quanto Jesus valia para ela?
Jesus lhe
mostrou quanto ela valia para Ele.
Apelo: QUANTO
VOCÊ ACHA QUE VALE PARA JESUS?
* A opção de
Bárbara. Seleções – Dezembro de 1998.
Bárbara de Laurenti era uma bela mulher
de seus 35 anos. Casada e bem casada com Jeff Barton, tinha uma filha de 3
anos, Taylor, fruto de 9 anos de infertilidade considerada então como um
milagre de Deus. O casal queria ter mais um filho e por isto aguardavam
ansiosamente o resultado do teste de gravidez que Bárbara fizera na semana
anterior.
Quando Jeff entrou em casa naquela tarde encontrou Bárbara
com o rosto molhado de lágrimas. E aí, qual foi o resultado? Sim estou grávida
- disse ela com um grande sorriso nos lábios. Mas há um problema. Minha
contagem de leucócitos está muito alta, e por isto preciso ver os médicos o
mais rápido possível.
O casal chegou ao consultório médico do doutor Fitzgibbons
em 8 12 1993. Ele foi direto ao ponto. Bárbara, você realmente está grávida, e
isto é ótimo. Porém está com leucemia. É um diagnóstico muito grave e exige
tratamento agressivo. Mas há esperanças.
Bárbara estava na fase crônica; se a tratassem antes do
estágio agudo, teria mais de 50% de possibilidade de cura. A melhor opção seria
o transplante de medula óssea.
Mas, havia um preço a pagar. O procedimento exigiria que
Bárbara abortasse e também a deixaria incapaz de ter outros filhos.
O casal ficou imóvel, atordoado. Aborto/esterilidade –
depois de tentar a gravidez durante tanto tempo! Não haveria maneira de adiar o
tratamento, deixar o transplante para depois do parto?
O médico explicou que quanto mais tempo aguardassem, porém,
maiores os riscos de que a doença avançasse. – Se você continuar com essa
gravidez as conseqüências poderão ser fatais.
Alguns dias se passaram e Bárbara comentou com uma amiga:
Tenho a impressa que Jeff quer que eu aborte. Gostaria que ele implesmente me
dissesse o que fazer! Mas Jeff nem
pensaria nisso. A decisão tinha que ser dela, pensava ele. Se ela quisesse
abortar, tudo bem – mesmo que ambos abominassem a idéia.
Poucos dias depois, durante o ultra-som de rotina, o técnico
parou de repente. – O que foi? – perguntou Bárbara. Então olhou para o monitor.
Na tela, batiam 2 corações. Estava grávida de gêmeos. Ao lado dela, Jeff viu os
olhos de Bárbara faiscarem. Durante tanto tempo quisera ter aquele filho. Agora
havia 2!
Naquela noite, em casa, Bárbara disse a Jeff: Não importa o
que me possa ocorrer, bebes nascidos de tanto amor e luta merecem uma chance.
Quero ter esses bebes. Jeff claramente
concordou.
Os médicos então traçaram a estratégia para reduzir a
contagem de leucócitos de Bárbara sem prejudicar os bebês. Foram meses muito
difíceis. Os dolorosos tratamentos tornaram-se insuportáveis. Os médicos
resolveram tentar quimioterapia oral.
Mas neste meio tempo, Bárbara se ocupava com algo especial.
Ela começou a fazer colchas para os bebês.No fundo de sua mente, ela queria
fazer algo especial que as crianças pudessem tocar, algo a que se apegassem –
talvez para se recordarem dela.
No oitavo mês de gravidez a contagem de leucócitos de
Bárbara baixara de 280 mil para 20 mil – bem próximo ao nível normal, de 11
mil. Ela parecia curada. Assim, na manhã do dia 13 de julho de 1994, Bárbara
deu à luz um garoto e uma garota. Ela então escolheu seus nomes: Hunter e
Mckenzie.
Mas poucos dias depois daqueles momentos tão felizes, um
exame de rotina mostrou que Bárbara estava muito mais doente agora do que
jamais estivera. Ela precisava de um transplante imediatamente. Duas semanas
depois o transplante foi realizado, com muito sucesso. Mas em sua fase de
recuperação, Bárbara contraiu citomegalovírus, que expõe pacientes de
transplante a risco grave. Por mais que ela lutasse, o câncer avançava.
Em janeiro de 1995, Jeff e Bárbara, internada numa UTI,
sentaram para conversar. Eles podiam pressentir o fim. Ele prometeu-lhe: Farei
o que for necessário, o resto de minha vida, para criar nossos filhos da
maneira como você gostaria que eu fizesse. Fraca, Bárbara acaricia seu rosto e
diz: Jeff, você sempre foi maravilhoso. Saiba que amo muito você!
Na tarde de 22 de janeiro, Bárbara respirava com muita
dificuldade. Lutando com as lágrimas, Jeff mergulhou seu olhar pelos olhos
quase cinzentos da mulher tão amada. Percebendo sua dor, Bárbara lhe diz: Tudo
bem, Jeff, não estou com medo. Alguns segundos depois, ela lhe pergunta: Você
está com raiva por eu ter feito essa opção?
Chorando agora, ele responde: É claro que não! Ótimo responde ela. Porque
tomamos a decisão correta. E saiba que, eu faria tudo de novo!
Bárbara
morreu. Meses depois, arrumando um armário, Jeff encontrou uma caixa com 2
pequenas colchas costuradas à mão. Lindas como quem as fez. Dobrou-as com
cuidado, e pensou: Um dia conversarei com as crianças sobre o amor derramado em
cada ponto!
Apelo: Porque
não demonstrar agora o quanto Jesus vale para você?
Entregue a ele
o melhor que você tem: você mesmo/ as suas decisões/ os seus desejos/ os seus
princípios de vida/ todo o seu querer.
Por Lázaro Samuel Quinhentos
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